Processo de Tratamento do Eucalipto

Nosso eucalipto é tratado em autoclave com aplicação de solução C.C.A. (cobre cromo e arsênio) e ficam totalmente preservadas contra os ataques de insetos, cupins, brocas ou fungos de apodrecimento, com garantia documentada de até 15 anos.

O processo de tratamento, o preservante utilizado bem como sua concentração, estão de acordo com as normas brasileiras ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e americanas AWPA (American Wood Preserves Association).

Veja abaixo como é feito o tratamento:

1. A madeira é preparada para entrar no autoclave2. Entrada da madeira no autoclave
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3. Retirada do excesso de ar e água das células da madeira4. Entrada do Produto CCA. O vácuo faz o CCA preencher os espaços da água e do ar que foram retirados.
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5. Pressurização da solução CCA: força a penetração da solução e fixa seus componentes.6. Retirada do excesso de solução CCA.
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7. Retirada da madeira da autoclave. Após a secagem, a madeira está pronta para resistir às mais severas condições
autoclave eucalipto tratado

Veja fotos do Autoclave:

 

 

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Poste de Eucalipto Tratado – A Melhor Opção

Há décadas a discussão permanece. Quais as vantagens do poste de eucalipto tratado quando comparado ao poste de concreto equivalente?

São várias e, diga-se de passagem, repetidas por muitas vezes ao longo do tempo. Alguns argumentos são modernizados , como o da sustentabilidade, afinal, o consumo energético para a produção de um poste de madeira é infinitamente menor. Além disso, trata-se de material obtido de recurso natural renovável de ciclo curto e sequestrador de dióxido de carbono.

Do ponto de vista da economia sobram argumentos. Além de ser material de menor custo de aquisição, o poste de eucalipto tratado apresenta resistência em todas as direções, permite maiores espaçamentos na construção de redes rurais, o que significa menor número de postes por quilômetro de rede. Economia nos custos de frete é também uma simples realidade.  Carrega-se no mínimo o dobro de postes da madeira em relação a uma carga de postes de concreto equivalentes. Isto para não mencionar que postes de madeira dispensam qualquer tipo de equipamentos para operações de carga e descarga, assim como para movimentações e operações de instalação.

Quando produzidos dentro dos critérios das normas técnicas e submetidos aos procedimentos de controle de qualidade adequados, o poste de eucalipto tratado dá o retorno do custo anual mais competitivo, considerando a sua alta durabilidade.

Nos Estados Unidos, algumas publicações dão conta de que existem mais de 230 milhões de postes de madeira tratada em serviço, seja em redes urbanas de grandes centros ou em redes rurais. É o poste preferido por onze entre dez empresas energéticas, inclusive em linhas de transmissão. Deve haver fortes motivos para isto. No Brasil, preconceitos da nossa engenharia fazem com que prevaleçam materiais não competitivos em seus vários aspectos, além de contrários aos modernos conceitos da sustentabilidade.

Fonte: Boletim Informativo ABPM

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Um jardim para encontrar tranquilidade e também para receber amigos

Diretamente da Espanha.

Este jardim foi idealizado para um casal com filhos já adultos e que estavam de mudança. O casal tinha uma verdadeira selva e queriam celebrar os êxitos, com um jardim completamente novo, de baixa manutenção, e com muito espaço para receber amigos.

A antiga varanda era de chão batido e media 15 m². Aumentamos para 40 m², acrescentando uma zona de descanso com sofás e deixando livre a área de refeições.

Suavizamos a inclinação do jardim com degraus de cascalho e dormentes. Caminho que leva a zona chill out, onde uma fonte acompanha o ruído dos bambus ao vento, um convite para a leitura e o descanso nas redes originais do Brasil, e não muito usadas aqui na Espanha.

Em uma lateral triste e apagada do jardim foram colocadas dormentes de forma vertical, dando um toque artístico.

 

Fonte: Paisagismo em Foco

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Pisada de Dormentes

Basta um dia lindo de sol para a área externa de 12 m² ser disputada pela família da arquiteta Flavia Resstom, proprietária desta casa no Jardim Europa, capital paulista. Para chegar até o banco de madeira, onde os bate-papos acontecem, é preciso passar pelo caminho de dormentes de madeira de demolição, pensado para colaborar com a sensação de estar fora da paisagem urbana. tudo ideia da paisagista Paula Magaldi: “A madeira sempre é um bom recurso para tornar qualquer ambiente acolhedor. se ela for proveniente de reaproveitamento, melhor ainda”, diz Paula. antes das peças serem instaladas, a terra precisou ser recortada no tamanho de cada dormente que foi encaixado no recuo. Para trazer frescor ao jardim, a paisagista escolheu a sombra da jabuticabeira, os podocarpos rentes ao muro, as bromélias e os maciços de gardênia.

Reaproveitados, os dormentes foram encaixados em recuos recortados na grama. Para não perder o visual rústico da madeira, as peças não precisaram de verniz ou qualquer outro acabamento.

 

Fonte: Casa e Jardim
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Dicas para acabamentos de Madeira Tratada

  1. A madeira tratada aceita qualquer tipo de acabamento: verniz, tinta a óleo, stain , etc, porem nas peças utilizadas em arquitetura , sugerimos o lixamento com lixa de gramatura 60 ou mais fina e a aplicação de stain, que ao contrário do verniz não forma película, não descasca e penetra na madeira, ajudando ainda mais em sua conservação. Reaplique a cada dois anos ou quando achar necessário.
  2. Quando do lixamento das peças na obra, utilizar sempre mascara para poeira, para evitar a inalação do pó.
  3. Algumas peças podem vir com chapas anti-racha no topo da ponta mais fina, e se possível procure não retirá-las, elas evitam as possíveis fissuras e rachaduras causadas por tensões internas das fibras da madeira.
  4. Quando for necessário fazer cortes, entalhes e furações que atinjam o cerne da peça. Lembre-se sempre de proteger a parte seccionada com cupinicida / fungicida e/ou tinta asfáltica tipo neutrol, pois o cerne da mesma não é tratável e não deve ficar exposto; e nunca faça qualquer furação ou corte na parte que ficará enterrada, mesmo em caso de revestimento com concreto, pois esta é a parte da madeira aonde o tratamento original é indispensável. Nestes locais faça manutenção com cupinicida uma vez ao ano.
  5. Sempre informe ao vendedor sobre a real utilização da madeira, pois existem diversos “graus” de tratamento de acordo com o uso e classe de risco, e podemos lhe indicar a com melhor custo/benefício.
  6. Lembre-se que toda árvore, inclusive a de eucalipto, são ligeiramente cônicas; ou seja, a medida no “pé” tem sempre um ganho de diâmetro em relação a medida na “ponta”; esta conicidade é mais fácil de perceber em peças instaladas na horizontal, e menos notadas na vertical.
  7. Com alguns anos de uso, algumas peças podem vir apresentar algumas fissuras que não comprometem em nada o desempenho estrutural da peça, e podem ser resolvidos esteticamente se utilizando massa para madeira e lixamento, com aplicação prévia de cupinicida nas frestas e posterior aplicação do acabamento (stain, verniz, etc.)
  8. É normal a madeira conter alguns nós e alguma resina em alguns pontos.
  9. A madeira antes da sua utilização deve ser armazenada longe do contato com o solo, em local seco e ventilado.
  10. Para um efeito estético muito mais bonito, após a instalação das peças pelo carpinteiro, lave as mesmas com água e sabão, utilizando uma escova de cerdas plásticas duras e um pano úmido.
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Benefícios do Eucalipto Tratado

O setor da construção civil também tem aderido ao consumo de madeira tratada. Entre elas os troncos roliços de eucalipto. A madeira de eucalipto na construção civil tem um custo bem menor que a madeira de florestas nativas.

O uso do eucalipto tratado também significa economia na construção de cercas, chegando a uma diferença de 50% nos custos. A variação no tempo de vida útil entre a nativa e a tratada chega a uma média de 15 anos. O que contribui para isso são fatores como a alta resistência à ação das chuvas e a inibição à corrosividade dos metais em contato com a madeira.

Como é a estrutura de madeira para uma residência?As vigas e os pilares (encaixados, parafusados, pregados ou ligados por ferragens) formam o esqueleto da casa. Pode-se usar toras ou peças roliças (em geral pínus ou eucalipto), madeira serrada, aparelhada (aplainada) ou lavrada a machado. O valor de uma armação instalada no local custa de 15% a 20% do total da construção.

E vale a pena usar?

Algumas das vantagens são leveza (o que implica fundações menos robustas e caras) e limpeza na obra (sem formas nem mistura de cimento, por exemplo). O material é prático em terrenos acidentados, de difícil acesso ou onde o canteiro de obras é inviável. A montagem também pode ser bem rápida – especialmente se as peças forem previamente cortadas e chegarem ao canteiro com os encaixes preparados.

Como fazer para ter uma?

O primeiro passo é ter em mãos um projeto detalhado da estrutura, feito por quem entende do assunto. Cabe ao arquiteto elaborar o projeto com um engenheiro calculista que o ajude a dimensionar as peças da armação. A execução fica a cargo de carpinteiros, empreiteiras ou construtoras especializadas. Também há empresas que assumem todo o processo: fazem o projeto de arquitetura, calculam e constróem o arcabouço de madeira.

E a mão-de-obra?

Artesanal, o trabalho de carpintaria responde por boa parte do custo dessa solução. “As toras exigem encaixe minucioso e, por isso, têm montagem mais trabalhosa e cara”, diz a arquiteta Miriam Inoue, da construtora paulista Habitate. “Inicialmente mais dispendiosas, as peças aparelhadas compensam pela montagem mais rápida e barata”, completa. “No final das contas, os custos desses diferentes sistemas podem se igualar.”

Essa é uma alternativa ecológica?

Causa menos impacto ambiental que o concreto, o aço e o alumínio, materiais que consomem energia ao serem industrializados. Também é um recurso renovável, apesar de a derrubada das florestas ameaçar várias espécies.

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